quarta-feira , 24 abril 2019
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Cigarro eletrônico faz mal ?

Cigarro eletrônico faz mal?

Cigarro eletrônico faz mal

Hoje em dia, a maioria das pessoas já compreende os malefícios causados pelo consumo de tabaco. Mas, será que o cigarro eletrônico faz mal para a sua integridade física e mental?

De acordo com publicação do site oficial do médico Drauzio Varella, muitos fabricantes buscam uma maneira de utilizar a nicotina sem provocar os prejuízos a saúde devido a queima do fumo e tampouco retirar o deleite que o sujeito sente ao dar uma tragada.

E, obviamente, sem se desfazer de todo o lucro conquistado com esse produto que já não pode contar com publicidade no território nacional. A partir desta lacuna se iniciou a comercialização dos chamados cigarros eletrônicos, inúmeros dispositivos que conseguem vaporizar a nicotina.

Assim, o usuário consegue imitar o ato de fumar em um tubo semelhante ao cigarro tradicional. Em uma década, os adeptos nos países da Europa movimentaram cerca de U$ 650 milhões e mais de U$ 1,5 bilhão apenas nos EUA. Mas, será que o cigarro eletrônico faz mal realmente?

Cigarro eletrônico faz mal

Cigarro eletrônico faz mal? Posição contrária!

Segundo o Portal Drauzio Varella, a prova que as pessoas que figuram como passivos têm mais chance de falecer em decorrência de problemas no coração, acidente vascular cerebral (AVC), câncer e enfermidades respiratórias foi o pontapé inicial para a proibição de se fumar em locais fechados.

Ao entrar em vigor, essa lei trouxe melhorias para tanto para quem fuma e quanto para aqueles que não são adeptos desta prática. No entanto, há um temor que esse benefício seja totalmente revogado com a adesão em massa ao cigarro eletrônico.

Os Centros americanos de Doenças Controladas mostraram que o uso de cigarro comum entre a camada jovem da população foi reduzido consideravelmente nos últimos anos. No entanto, a preferência pelo substituto eletrônico dobrou.

Vale lembrar que não há uma limitação para a presença de nicotina em vapor entre as marcas e tampouco uma regulamentação de qualidade. Os testes indicaram que alguns itens emitem duas e até três vezes a cada tragada.

Também não existe nenhuma prova cientifica que esse produto acabe por tomar o lugar do tradicional. No entanto, a utilização corriqueira pode conduzir a ingestão de quantias excessivas nicotinas e, consequentemente, o cigarro eletrônico faz mal nestas condições.

Cigarro eletrônico faz mal? Posição favorável!

Todavia, há quem defenda que o cigarro eletrônico é uma forma de controle de riscos, parecida com o oferecimento de seringas descartáveis para viciados em drogas injetáveis, medida empregada para evitar a AIDS e outros males.

Como alternativas de gerenciar a nicotina sem uso de combustão, tais como as pastilhas e os adesivos, esses equipamentos tendem a se transformar em grandes aliados para a saúde pública em escala mundial. Isso porque os defensores presumem que a nicotina vaporizada minimiza as experiências anteriores dos usuários, sem amenizar todos os malefícios dos cigarros.

Por fim, é fundamental recordar que aproximadamente seis milhões de pessoas perdem as suas vidas no mundo inteiro ano após ano em função dos efeitos nocivos do cigarro. Por isso, o ideal é priorizar o seu bem estar sempre!

 

Veja também: Café Marita Emagrece Mesmo ?

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